Poeta, pesquisador e autor da coleção Poesias Nonsense
Desde 1998, desenvolve uma poesia experimental brasileira única, caracterizada pela semanticofonomórfica antropofágica. Sua obra dialoga com pensadores como Foucault, Guattari, Lacan e Bauman, além de incorporar influências das Epistemologias do Sul e da cultura afro-indígena brasileira.
Total de Poemas
264
Anos de Obra
17
Média por Ano
15.5
Ano Mais Produtivo
2020
56 poemas
2008-2010
Estabelecimento da voz poética nonsense, experimentação linguística inicial, busca por identidade estilística. Primeiros passos na construção de uma poética antropofágica brasileira.
Experimental, lúdico, desconstrutivo
Semelhante ao Lewis Carroll no nonsense lúdico, mas com a desconstrução antropofágica de Oswald de Andrade. Experimentação visual que dialoga com Augusto de Campose o Concretismo brasileiro.
2012-2018
Aprofundamento teórico com influências pós-estruturalistas evidentes. Diálogo intenso com filosofia contemporânea, exploração do absurdo e dos significados ocultos da linguagem.
Filosófico, experimental, introspectivo
Profundidade filosófica que remete a Baudelairee o simbolismo, mas com abordagem pós-estruturalista. Absurdo existencial próximo de Samuel Beckett, porém enraizado na realidade brasileira como Ferreira Gullar.
2019-2021
Síntese entre experimentação e profundidade filosófica. Consolidação do projeto antropofágico com pico de produtividade. Fase mais produtiva com 100 poemas.
Maduro, sintetizador, crítico
Síntese que lembra a maturidade de Carlos Drummond de Andrade, unindo experimentação e profundidade. Antropofagia cultural semelhante a Mário de Andrade, mas com perspectiva decolonial contemporânea. Pico de produtividade comparado ao período maduro deFernando Pessoa.
2022-2025
Refinamento estilístico e diálogo entre tradição e inovação. Consolidação da obra com crítica social contemporânea. Fase atual com 78 poemas produzidos.
Refinado, crítico, consolidado
Crítica social afiada que dialoga com Bertolt Brechte o teatro épico, porém em formato poético. Refinamento estilístico próximo deJoão Cabral de Melo Neto, mantendo experimentação. Engajamento político-poético que remete aPablo Neruda em sua fase militante.